Deus do disco solar. Representado pela imagem do sol com mãos humanas na ponta de cada raio. Em algumas imagens, Aton segura a chave da vida, ankh, indagando que seus raios davam vida aos por ele iluminados.
Pode ser encontrado nas cartas:


Muita atenção é dada a Aton (ou Aten) porque, por um curto momento da história egípcia, ele foi considerado o Deus Supremo, onipotente do Egito. Até então a religião egípcia sempre foi politeísta, com diversos deuses criadores, padroeiros do sol e dos fenômenos da natureza. Essa tentativa de revolução na religião egípcia foi feita pelo Faraó Akhenaton e sua esposa Nefertiti (1350 a.c.) possivelmente causada por uma disputa de poder entre a família real e os Poderosos Sacerdotes de Amon-Rá. Akhenaton nomeou Aton o Deus supremo do Egito e mudou seu próprio nome de Amenóphis IV, que significa “Amon está satisfeito”, para Akhenaton “aquele onde o sol está satisfeito”. O Faraó também destruiu os templos de Amon, e construiu lindos templos dedicado a Aton. Akhenaten e Nefertiti foram devotos à Aton e tentaram propagar o monoteísmo. Mas após sua morte, seu filho Tutankhamon retomou os cultos dedicados à Aton e aos outros deuses egípcios.








Anpu. Acredita-se que sua existência como deus dos mortos se originou da observação da presença de chacals em cemitérios comendo cadáveres, ou oferendas deixadas para os mortos. (Armour, 1999) Mitos mais antigos dizem que Anúbis era o quarto filho de Rá. Primitivamente, era o deus criador na prefeitura de Sepa, e patrono da cidade de Behdet. (Morel & Moral, 1987)
de deuses em seu templo, e as colocam dentro de uma urna que é posto em uma arca e carregada na procissão ao rio Nilo. (Armour, 1989) (Watson, 2011)